De acordo com um relatório da ONU “Perspectivas da População Mundial: 2012 Review” [21], a população mundial chegará a 9,6 bilhões até 2050. Além disso, há estimativas de que a expectativa de vida global deve aumentar nos países desenvolvidos e em desenvolvimento nos próximos anos. No ritmo que a humanidade usa recursos e serviços ecológicos hoje, precisaríamos de um planeta e meio para renová-los. Se continuarmos nesse ritmo, precisaremos de dois planetas antes de chegarmos a meados do século 21. Para atender às demandas que surgem entre os consumidores, a indústria vem desenvolvendo, junto com os governos, iniciativas voltadas à saúde, ou seja, produção de alimentos saudáveis, mas isso será suficiente?

TECNOLOGIA

EFICIÊNCIA

RECURSOS

PRODUTIVIDADE

TRANSFORMANDO

ADAPTANDO

AMADURECENDO

Estimativas informam que até 2050 a população mundial chegará a 9,5 bilhões de pessoas, precisaremos descobrir como alimentar uma população muito maior e rápido, isto só poderá acontecer através da inovação, esforços direcionados e estímulos das cadeias globais, do setor produtivo e do agronegócio, especialmente das agtechs. Governos em todo o mundo estão atuando para a implementação programas de aceleração próprios, iniciando iniciativas em parceria com fundos de investimento como forma de investir este segmento. A Investment Corporation Dubai sozinha lançou um fundo de U$ 203 milhões como forma de incentivar este segmento. Os investimentos de capital de risco no setor agtech quase dobraram em 2020 em relação ao ano anterior, totalizando U$ 5 bilhões (R$ 25 bilhões). Cerca de U$ 15,9 bilhões (R$ 79,5 bilhões) foram arrecadados no setor agtech desde 2010, uma média de U$ 1,45 bilhões por ano, o que mostra a importância deste segmento para o desenvolvimento da cadeia do agro global.
Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor mundial de alimentos em volume, respondendo por 40% do aumento da produção mundial nas próximas décadas. Segundo o Financial Times, o Brasil pode ser o maior produtor mundial de alimentos até 2025. Nesse cenário, o impacto global do agronegócio, ao desenvolver sistemas agroalimentares do campo às mesas dos consumidores, resulta de milhares de restrições, incluindo o clima, que convergem para milhões de assentamentos rurais nos continentes da terra e onde a ciência e a tecnologia, associadas aos mercados, se tornam produtos animais e vegetais e comprovam as ofertas do setor florestal. E como parte desse processo, o maior desafio do Brasil é promover a agricultura sustentável, sistematizar a produção e distribuição de alimentos e incentivar os principais produtores e exportadores mundiais de produtos agrícolas.

COMPETITIVIDADE

OPORTUNIDADE

ECONÔMIA
SUSTENTAVÉL

AGRONEGÓCIO
SOCIEDADE

Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor mundial de alimentos em volume, respondendo por 40% do aumento da produção mundial nas próximas décadas. Segundo o Financial Times, o Brasil pode ser o maior produtor mundial de alimentos até 2025. Nesse cenário, o impacto global do agronegócio, ao desenvolver sistemas agroalimentares do campo às mesas dos consumidores, resulta de milhares de restrições, incluindo o clima, que convergem para milhões de assentamentos rurais nos continentes da terra e onde a ciência e a tecnologia, associadas aos mercados, se tornam produtos animais e vegetais e comprovam as ofertas do setor florestal. E como parte desse processo, o maior desafio do Brasil é promover a agricultura sustentável, sistematizar a produção e distribuição de alimentos e incentivar os principais produtores e exportadores mundiais de produtos agrícolas.

COMPETITIVIDADE

OPORTUNIDADE

ECONÔMIA
SUSTENTAVÉL

AGRONEGÓCIO
SOCIEDADE

TRANSFORMANDO

ADAPTANDO

AMADURECENDO

Através da pulverização da inovação, o país tem direcionado esforços e investimento econômico, bem como estimulado a criação de ambientes mais produtivos para fortalecer milhares de startups, especialmente as localizadas em áreas mais vulneráveis.

O governo possui programas de aceleração próprios, iniciando iniciativas em parceria com fundos de investimento, estimulando aceleradores e aprovando legislação para facilitar o processo de criação e fechamento de negócios.

Estudos apontam que entre 2009 e 2021, os fundos – chamados de venture capital já investiram US$ 160 milhões (R$ 827 milhões). Em 2020 este valor foi de U$ 67,3 milhões aportados ao longo de 18 rodadas, o que significa que há uma grande perspectiva de investimento nesse setor.
Em síntese: A boa notícia é que a classe média mundial está aumentando, e milhões de pessoas estão saindo da pobreza. A má notícia: a desigualdade na distribuição das riquezas dentro dos países, nos mundos industrializado e em desenvolvimento, está na verdade piorando. Enquanto isso, muitas pessoas (23 milhões em 2017 apenas) já estão sendo deslocadas por catástrofes naturais agravadas pelos efeitos da mudança climática. Embora inúmeras parcerias público-privadas tenham sido formadas para lidar com esses problemas, mais deve ser feito para reestruturar a finança de desenvolvimento de tal forma que a torne mais atraente para uma gama maior de investidores. Excluir as pessoas dos benefícios do crescimento econômico pode prejudicar a sustentabilidade desse crescimento, e não enfrentar questões ambientais graves, como ameaças à biodiversidade e aos recursos naturais, é uma fórmula para o desastre.

SEGURANÇA DO
MEIO AMBIENTE

INVESTIMENTO NO
DESENVOLVIMENTO

MOBILIZAÇÃO QUE
CAUSA IMPACTO

CONSTRUINDO+
INDÚSTRIAS SUSTENTÁVEIS

Os cientistas alertam há muito tempo que a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera deve permanecer abaixo de 450 partes por milhão, para evitar mudanças climáticas potencialmente catastróficas. Em 2016, o ano mais quente já registrado, a concentração passou de 400 partes por milhão e estava aumentando cerca de duas partes por ano. O Acordo de Paris sobre mudança climática entrou em vigor naquele ano e visa limitar o aquecimento a bem abaixo de 2°C acima dos níveis pré-industriais, fazendo com que os países reduzam voluntariamente as emissões de dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa. Em 2018, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas avisou sobre o impacto ambiental se as emissões não forem reduzidas o suficiente para impedir até 1,5°C de aquecimento. Este briefing é baseado na opinião de uma ampla gama de especialistas da Rede de Especialistas do Fórum Econômico Mundial e tem parceria com a Universidade de Yale.

ENERGIA
LIMPA

CUSTO SOCIAL
DO CARBONO

TERRA
SUSTENTÁVEL

COALIZAÇÕES+
CLIMÁTICAS